LaboRH - Soluções em Gestão de Pessoas

Vagas e Oportunidades Envei seu curriculos PDV Online

Notícia

  • "Código de Vestir Empresarial"
    • Fonte: Redação Laborh e Oje Jornal Econômico

      Pra começar bem 2012, vamos falar sobre imagem pessoal no ambiente de trabalho. Você sabe quanto pode custar à roupa errada em uma entrevista de emprego, por exemplo? Ou em uma reunião importante com clientes?

      A aparência pode contar pontos não apenas no momento de conseguir um emprego, mas também na hora de uma promoção ou até mesmo da definição do salário.

      Roberta Negreiros, Gerente Regional da Laborh Bahia fala de "dress code, código de vestir". Em entrevista concedida a Band News FM, a Gestora dar dicas de como se vestir no ambiente corporativo, e ressalta a importância do bom censo para alinhar com a cultura da organização. Roberta afirma que trabalho é sinônimo de discrição.

      Conheça 10 super dicas de como se vestir no ambiente de trabalho.

       1º – Respeitar os códigos empresariais. Cada organização tem um código sobre o que é adequado vestir, mesmo que não esteja escrito. O guarda-roupa deve estar de acordo com a imagem da empresa.

      2º – Parecer e ser. Vestir de acordo com a profissão, idade e silhueta para transmitir uma imagem credível. Não tentar fingir uma idade diferente da real pois denota instabilidade psicológica.

      3º – Tamanho certo. Uma camisa a arejar, deixando antever frestas, vislumbrando pele e umbigo, decotes e rachas despropositadas ou roupas demasiado apertadas deitam por terra as ambições profissionais.

      4º – Não misturar. Não misturar peças formais e informais como calças de fato com camisas desportivas ou camisolão. Evitar t-shirts com bonecos, ditos espirituosos ou de alças com blaser.

      5º – Acertar no evento. Usar vestuário idêntico para visitar uma obra ou participar na reunião da administração é o mesmo que não distinguir alhos de bugalhos. As pessoas de sucesso vestem-se de forma diferente para as diversas ocasiões profissionais.

      6º – Potenciar as opções. Ter um guarda-roupa prático e coordenado permite poupar tempo na escolha do conjunto, maior número de combinações e mais fácil actualização.

      escolha do conjunto, maior número de combinações e mais fácil actualização.

      7º – O chefe da orquestra. O ambiente e a cultura de qualquer empresa são definidos pelas pessoas que ocupam os cargos mais altos na empresa. Basear-se neles é o ritmo mais seguro.

      8º – Dominar o código de cores. Descobrir os tons que favorecem mais. As cores erradas envelhecem e fazem parecer doente. Escolher tons que fiquem bem com os olhos, a pele e o cabelo tem um efeito globalmente positivo na aparência.

      9º – Desporto empresarial. A prática de desporto com colegas ou clientes requer equipamento indicado. Vestir de modo apropriado quer dizer que se conhece o jogo e as regras, caso contrário passa-se a imagem de amador ignorante.

      10º – Fazer lista de compras. Saber o que se quer e do que se precisa antes de fazer compras. Caso contrário compramos coisas que não condizem com nada, ou que não são necessárias, gastando muito mais dinheiro do que queríamos.

       

  • Oscar do RH - Prêmio TOP OF MIND Estadão de RH 2011



    • A LABORH chega ao final da premiação TOP OF MIND ESTADÃO DE RH, reconhecida como uma das Empresas mais Lembrada por profissionais de Recursos humanos, alcançando a 2ª posição no ranking da categoria Consultoria em Gestão de Pessoas.

      O encerramento da premiação aconteceu dia 27 de outubro na casa de Eventos HSBC Brasil em São Paulo, reuniu cerca de 170 empresas indicadas. O evento foi organizado pela Fênix Editora em parceria com o Grupo Estado. De acordo com a KPMG, empresa responsável pela pesquisa, a votação foi composta por um Colégio Eleitoral constituído por aproximadamente 10 mil dirigentes de RH.

      Para o Diretor Executivo da Laborh, Antônio Raimundo da Silva, a indicação ao TOP prestigiou desde o primeiro momento a Laborh, estar entre as cinco finalistas para concorrer à premiação e por fim se firmar entre as Duas Marcas de RH mais lembradas do Brasil, é um reconhecimento importantíssimo ao trabalho sólido construindo ao longo destes 18 anos de história da LABORH, em que os desafios sempre estiveram direcionados em avançar a passos largos, mas seguros, nos traz a confirmação de estarmos no caminho certo.

      Parabéns a todos envolvidos nesta conquista, nós somos à Laborh!

  • Laborh e a Faculdade Estácio FAP Belém, realizam ação de orientação vocacional



    • Quem nunca se fez esta pergunta: “o que eu vou ser quando crescer?”. Este dilema comum a jovens que estão terminando o ensino médio e está há poucos meses de realizar a temida prova do vestibular. Para ajudar muitos desses jovens a solucionar este problema, a Estácio FAP, em parceria com a empresa de recursos humanos LABORH, realiza orientação vocacional aberta ao público no estande da Estácio FAP no Boullevard Shopping.

      A psicóloga e coordenadora da equipe de seleção e avaliação da Laborh Recursos Humanos, Aline Rachel Sampaio, explica que a orientação vocacional não se resume em um simples teste de avaliação. “Procuramos explorar todas as habilidades comportamentais que existe dentro do candidato. Em seguida, fazemos entrevistas e pesquisas de mercado para verificar quais áreas ele possui aptidões. Nem sempre é aquela que ele imagina”, ressalta a psicóloga.

      O técnico em telecomunicações Márcio Herculano queria saber sobre as perspectivas do Gestor Ambiental. E durante uma visita no estande da Estácio FAP, conseguiu tirar muitas dúvidas. “Eu sempre me interessei em assuntos relacionados ao meio ambiente e com uma simples conversa consegui informações sobre carreira e mercado de trabalho que não tinha. Agora vou procurar ingressar nesta área sem dúvida alguma”, afirma Márcio.

         A psicóloga Aleci Benjamin revela que é importante para o individuo que esteja em dúvida sobre qual carreira seguir procurar uma ajuda de um psicólogo ou de uma empresa especialista no ramo. “Os candidatos que vão prestar vestibular e que estão em dúvida devem procurar um psicólogo ou uma empresa de consultoria que preste este serviço para que ele possa realizar os testes psicológicos para que seja feita as verificações de que aptidões e competências que ele possui”, completa. 

       

       Fonte: Ação Estácio FAP

  • LABORH Recebe Certificação em Qualidade de Serviços - TOP OF QUALITY BRAZIL



    • Nestes 18 anos de história da LABORH – Soluções em Gestão com Pessoas, uma história de sucesso se desenha a cada dia. É com grande alegria e satisfação que participaremos, no dia 17 de junho, da Cerimônia de Premiação TOP OF QUALITY BRAZIL, onde 45 empresas serão homenageadas.

       

      A LABORH foi selecionada no segmento “Prestação de Serviços em Recursos Humanos”, em âmbito regional, na preferência dos entrevistados que mais votaram neste ramo de atividade (órgãos governamentais, associações, entidades e sindicatos de classe, meio empresarial privado e estatal, formadores e líderes de opinião, dentre outros).

       

      A Certificação “Prêmio TOP OF QUALITY BRAZIL” é o reconhecimento pela eleição “destaque empresarial”, pela excelência e qualidade em serviços e produtos no ano de 2010”.

  • "Trate a Carreira como um Negócio"
    • Fonte: Portal HSM

      Ouvi recentemente de um empresário catarinense que não vivemos apenas uma "época de mudanças", mas sim uma "mudança de época". Isso exige uma nova forma de pensar sobre a vida e o trabalho.
      A carreira tradicional acabou. Não fique esperando que a empresa onde trabalha planeje a sua. Quer fazer de sua carreira um sucesso? Trate-a como um negócio, ao invés de uma sucessão de cargos que pretende acumular ao longo da sua vida útil.

      Você provavelmente sabe muito bem cuidar dos projetos da empresa onde trabalha. Seja pelo menos tão bom ao gerenciar o seu projeto de vida e carreira. Você já deve ter preparado algum tipo de business plan para um novo produto, um negócio ou um mercado que sua empresa está analisando.

      Ou já deve ter assistido a apresentação de algum desses planos preparado por um colega. Se ainda não o é, você deve estar almejando um dia ser o presidente da empresa. Ou sonhando que um headhunter o recrute para ser o diretor-executivo de uma unidade de negócios ou até mesmo de outra empresa.

      Mas, lembre-se, você já é o presidente da sua vida, o empreendimento mais importante que pode imaginar. Chegou a hora de preparar o business plan mais importante de todos o negócios com os quais já se envolveu até hoje: o da sua carreira.

      Mas, como fazer?

      O primeiro passo é mudar sua forma de pensar. Pense como um empreendedor, saia da zona de conforto que você construiu para si nos últimos anos. A década na qual vivemos hoje será lembrada no futuro como o início de uma revolução imperceptível, o momento em que um grande número de pessoas reassumiu as rédeas de seu destino, que havia sido de certa forma delegado à empresa, ao governo, à Igreja e a outras instituições.

      No passado nos acomodamos com a tentativa das empresas de traçar os planos de carreira de seus funcionários. Mas isso não é mais possível, esse mundo acabou. O ritmo alucinante de mudanças no qual vivemos impede as empresas de fazerem planos de carreira de longo prazo. Uma simples razão: será que algumas dessas carreiras na ladeira organizacional ainda existirão daqui a 10 anos?

      Se você tem tido sucesso e se acostumou a pensar e a fazer as coisas de uma forma nos últimos anos, saiba que o sucesso do passado não garante seu futuro. E que o maior inimigo do sucesso é o próprio sucesso que acaba fazendo-nos acomodar.

      Não acredite que "devagar, e sempre, a gente chega lá". Hoje em dia, devagar não se chega a lugar algum e quem espera nunca alcança. Ou pode chegar tarde demais quando as oportunidades viraram a realidade de quem chegou mais rápido que você.

      Outra forma de pensar que pode ajudar muito seu posicionamento estratégico no mercado de trabalho: as opções que você tem não se limitam aos competidores da empresa onde trabalha.

      Muita gente quando pensa no mercado de trabalho se limita a pensar apenas na concorrência. Amplie seus horizontes. Pense em toda a cadeia do negócio. As oportunidades podem estar nos distribuidores dos produtos de sua empresa; ou em algum fornecedor estratégico, em algum parceiro. Ou pense em montar sua própria empresa para prestar serviços para o atual empregador.

      Você já pensou onde quer chegar daqui a três anos? Sim, isso mesmo, você já tem visualizado o futuro que gostaria de inventar? Identifique onde você quer chegar com clareza pois fica difícil definir uma estratégia quando não temos clara a métrica do nosso sucesso.

      E curiosamente a maioria das pessoas gasta a maior parte do seu tempo pensando no passado, de onde veio, as dificuldades que enfrentou, se vangloriando dos acertos que teve.

      Outra grande parte do tempo também é usada em justificar onde está, o seu presente, os desafios que vive, as metas a alcançar até o final do ano. E acaba dedicando pouquíssimo tempo a pensar onde deseja chegar, a inventar seu futuro, a sonhar de olhos abertos com os pés no chão. Perceba que o importante não é de onde você veio, nem onde está, mas onde você quer chegar !

      Vamos lá, mexa-se! Prepare um plano para sua carreira e trate-a como um negócio. Pense como um empreendedor. Evite se colocar como um empregado que pensa na seqüência de cargos que pretende acumular ao longo do tempo.

      César Souza (Presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante. Texto baseado no seu novo livro Cartas a um Jovem Líder. Para saber mais, visitewww.cartasaumjovemlider.com.br )

  • LABORH: Construíndo Equipes - TROPA DE ELITE



    • No dia 31 de março de 2011 aconteceu no Hotel Pestana, a Palestra: “Construindo Equipes – Tropa de Elite”, com o Sr. Paulo Storani, ex-capitão do BOPE, Mestre em antropologia e um dos inspiradores do personagem Capitão Nascimento, que hoje é considerado um dos “super-heróis” do Brasil, devido a sua disciplina e integridade.

      O evento foi repleto de conhecimento e foram abordados temas como superação de limites; foco no resultado; liderança; metas; persistência; cumprimento de missão, dentre outros temas relacionados a Marketing e Vendas. Durante o evento, foi lançada para o público baiano a LABORH TRADE, empresa que conta com uma solidez institucional da LABORH - Soluções em Gestão com Pessoas e que, sem dúvida, fará grande sucesso no vasto e promissor mercado baiano.

      Estavam presentes no evento: empresários, diretores, gerentes, supervisores de empresas e profissionais interessados no tema. Representando a LABORH TRADE estavam presentes o Sr. Oberdan Lima, Gerente Nacional de Vendas em Marketing Promocional, o Sr. Sérgio Ferreira, Gerente Nacional de Vendas em Serviços de RH, o Sr. Leonardo Tinoco, Gerente Regional de Operações Varejo - NO / NE, a Sra. Roberta Negreiros, Gerente Regional BA – SE e a equipe da regional Bahia.

      Sem dúvida, este grande evento marcou o início de uma empresa de destaque para atuar no mercado baiano com a solidez, competência e assertividade que já são marcas da LABORH.

  • Artigo: "Recrutam-se Pessoas"
    • Muito se fala hoje sobre a gestão de pessoas - experts defendem que o Brasil ainda engatinha nesta modalidade. Mas, apesar disso os funcionários são considerados, na maioria dos casos, o maior patrimônio de uma organização.

      São as pessoas o grande segredo do sucesso?

      Tom Peters, em sua entrevista publicada na última edição da HSM Management, destaca que a ferramenta mais eficaz para implementar uma estratégia são as pessoas. Podem ser as de dentro da organização ou mesmo as que estão fora dela. "Uma boa estratégia é uma boa ideia, mas, sem mão de obra fabulosa para executá-la, é quase uma piada", destaca.

      Já para o consultor em gestão empresarial e vice-presidente da Thomas Brasil, Edson Rodrigues, pessoas são sinônimo de problemas. Quanto mais pessoas envolvidas, maior é a possibilidade de ocorrerem problemas. A busca por novas formas mais eficazes de fazer as coisas e o antecipar-se às necessidades deve fazer parte constantemente da preocupação de uma empresa, porque no mundo dos negócios não há espaço para acomodação. Isso significa gerenciar pessoas, porque mesmo significando 85% dos problemas, elas significam, de um jeito ou de outro, 100% das soluções.

      E como pensar em pessoas levando-se em conta a Geração Y, partidária da descentralização e da troca de ideias, da demanda por feedbacks constantes? “Os lideres da Geração Y querem crescer e rápido e as empresas que não souberem criar as oportunidades e os desafios de crescimento vão perder os melhores talentos", afirma César Souza, presidente da Empreenda.

      Jim Collins, em sua palestra realizada durante a HSM ExpoManagement 2010, afirmou que antes das companhias definirem para onde ir, é preciso ter claro quem deve levar consigo. “A habilidade executiva mais importante é escolher as pessoas e colocá-las nas posições corretas”, resume.

      O estudioso e autor de “Empresas feitas para vencer” e “Como as Gigantes caem”, lista 6 características principais para as pessoas que ocupam a posição correta em uma companhia. Veja quais são elas:

      1. Estas pessoas partilham os valores das organizações. “É preciso selecionar pessoas que já compartilham dos valores da sua companhia”, pontua Collins.
       
      2. Estas pessoas não precisam ser gerenciadas de perto. “No momento em que temos que gerenciar o desempenho de alguém de perto, esta pessoa está na posição errada”, complementa.

      3. Mais do que emprego, as pessoas tem responsabilidade. “Em uma grande cultura, as pessoas podem lhe dizer claramente suas responsabilidades, não um cargo”, afirma.

      4. Compromisso selado e cumprido. “As pessoas certas têm 100% de comprometimento. São cuidadosas em relação ao que dizem que vão fazer. Ou cumpre o que prometeu ou está eliminado”, reforça.

      5. Maturidade para os erros e acertos. As pessoas certas dividem o crédito tanto nos acertos quanto no fracasso.

      6. Pessoas certas têm uma enorme paixão pela empresa, pelo trabalho e pelo que fazem. “Se você não é apaixonado pela empresa, não deveria estar passando sua vida ali. Nada de grandioso acontece sem uma grande paixão”, posiciona-se.


      Os especialistas alertam: as organizações que não investem em seu pessoal correm o sério risco de perderem o bonde da inovação.

      HSM On Line

  • Empresas de Serviços respondem por 40% dos empregos formais no Brasil
    • O setor de serviços assumiu importância capital para o desenvolvimento econômico brasileiro. Nos últimos anos, em decorrência do bom momento do mercado interno, as empresas e empreendimentos de serviços tiveram crescimento acentuado e passaram a liderar a geração de empregos formais no País, desbancando a indústria. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, dos 247 mil novos empregos com carteira assinada criados em setembro passado, 94 mil (40%) eram do setor de serviços.

       

      “O setor é fundamental para o desenvolvimento brasileiro porque é grande gerador de ocupação e renda. Nas últimas crises mundiais, manteve a economia nacional e mundial funcionando”, afirma Ricardo Guedes, gerente da Unidade de Atendimento Coletivo Comércio e Serviços (Uacs) do Sebrae.

       

      “A especialização do trabalho é tendência mundial e, agora, está mostrando toda a sua força e potencial para gerar mais riqueza, empregos e impostos no Brasil”, afirma Vander Morales, membro do Conselho Deliberativo da Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse). “O setor tem tudo para crescer ainda mais”, acrescenta Vander, que é também presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Sindesprestem).

       

       

      Arrecadação

       

      Outros indicadores refletem o crescimento acentuado dos serviços. Segundo o jornal Valor Econômico (edição de 25/10/10), entre janeiro e agosto deste ano dez das catorze maiores capitais brasileiras viram a arrecadação tributária aumentar mais do que o caixa dos respectivos governos estaduais. A receita do Município de São Paulo, por exemplo, aumentou 27,3%, enquanto a arrecadação do governo do estado cresceu 20,9%, em comparação ao mesmo período de 2008. O principal tributo arrecadado pelas prefeituras é o Imposto Sobre Serviços (ISS).

       

      “Esse dado reflete a realidade do nosso setor. As empresas de serviços vão predominar nas capitais, enquanto o setor industrial está indo para o interior e cidades médias. Essa tendência já começa a se refletir na arrecadação”, analisa Vander.

       

       

      Apoio

       

      O Sebrae apoia o setor há muitos anos por intermédio de suas unidades nos estados e no Distrito Federal. Em 2007, implantou a carteira nacional de projetos da cadeia produtiva de serviços, quando foi realizada a primeira chamada pública de projetos, com recursos superiores a R$ 25 milhões. Quarenta e quatro deles foram aprovados e estão sendo desenvolvidos em praticamente todas as unidades da Federação.

       

      No próximo triênio (2011-2013), a instituição vai investir R$ 148 milhões em projetos destinados a apoiar o desenvolvimento das MPE do setor. “Nosso objetivo será impulsionar especialmente a área de serviços voltados a pessoas jurídicas, tais como logística, processos, manutenção, tecnologia da informação, consultorias, entre outros”, informa Guedes.

       

       

      Marco regulatório

       

      Na avaliação dos dirigentes empresariais, a falta de um marco regulatório, é um obstáculo ao crescimento do setor. “Estamos esperançosos de que o novo governo aprove uma Política Nacional para o Setor de Serviços”, afirma Vander Morales. 

      De acordo com o dirigente, a falta de crédito e financiamentos para as empresas de serviços é um problema decorrente da falta de regulamentação e definições das atividades do ramo. “O BNDES, por exemplo, só financia a indústria”, explica Vander. “É fundamental financiar os serviços para o seu desenvolvimento e consolidação”, enfatiza. De todo jeito, com crédito ou sem crédito, os serviços vão continuar crescendo, diz ele. “Só vai retardar um pouco mais o crescimento, especialmente nas grandes cidades”, argumenta.

       

       

      Otimismo

       

      A Cebrasse realizou pesquisa para avaliar o desempenho das empresas em todo o País no primeiro semestre, seus maiores problemas e expectativas para o fechamento de 2010. De acordo com o levantamento, 72% dos empreendedores se disseram confiantes no crescimento das atividades e 18% se afirmaram totalmente confiantes.

      Em relação ao primeiro semestre, 74% dos entrevistados informaram ter tido aumento no faturamento na comparação com o mesmo período de 2009, sendo que para aproximadamente 28% a elevação foi de 10% ou mais. Nessa faixa superior, tiveram destaque segmentos como prestadores de serviços de telemarketing e call center, administração de restaurantes e vigilância e segurança.

       

      Vinte e um por cento não apontaram faturamento maior nos primeiros seis meses de 2010, sendo que 13% dos entrevistados disseram que faturaram menos do que em 2009 e 8%, registraram os mesmos índices

  • "Email marketing: uma questão de interatividade"
    • Integrar as redes sociais a ações de mídia digital é uma saída para quem quer fazer uma  nova forma de comunicação.

      Facebook e twitter. Essas são algumas das palavras que mais ouvimos em nosso dia a dia quando falamos em redes sociais. E junto com elas, vem acompanhado um dos termos também mais usados na era da web 2.0: interatividade. O Facebook soma 400 milhões de usuários no mundo, segundo a própria rede. O mercado nacional é o país com maior adesão a redes sociais do mundo. Um estudo divulgado pela Nielsen, feito com dez países, incluindo Estados Unidos, França e Alemanha, mostra que 86% dos internautas brasileiros utilizam algum tipo de rede social.

      Essas plataformas foram desenvolvidas com o propósito de promover relacionamento pela web. Pessoas buscam outras para criar e manter amizades por meio de comunidades, onde gostos e preferências ficam evidentes. Paralelo ao mundo real, onde não é tão fácil encontrar seres humanos com interesses em comum, a web funciona como um recurso que dá vazão a essa sinergia e interatividade. De olho nas redes sociais como um filão para relacionamento, as empresas começam a investir nesse meio para propagar suas marcas de maneira mais segmentada.

      De acordo com o Yankee Group, uma empresa de análises de mercado que produziu uma pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, a maioria dos consumidores busca interação com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas para atuar nessas plataformas.

      Isso é um dado que chama a atenção, uma vez que também evidencia o interesse dos consumidores em interagir com as marcas pelas redes sociais. Com base nesse cenário, ferramentas de comunicação online estão cada vez mais integradas com essas redes para “turbinar” esse contato. Uma delas é o email marketing, que vem ganhando mais maturidade e notoriedade no mercado brasileiro. Por conta da insistente e significativa mudança que esse canal vem trazendo em relação ao conceito de spam versus segmentação de conteúdo com relevância, as redes sociais integradas ao email marketing vêm contribuindo para uma nova forma de comunicação.

      Vivenciamos uma fase em que o email marketing começa a ser aplicado como ferramenta de segmentação para relacionamento – muito além da venda em si. Estar alinhado ao conteúdo “exigido” pelos adeptos das redes sociais, de forma automatizada, é um dos fatores que apoiam a ascensão da fidelidade dos públicos em relação às marcas. Segundo pesquisa da Anderson Analytics, que analisou a demografia e psicografia de usuários de redes sociais no Facebook, MySpace, Twitter e LinkedIn, quando se trata de marcas no ambiente das redes sociais, 52% dos usuários adicionaram a marca como amigo ou se tornaram fã de pelo menos uma delas, 17% consideram positiva a presença de uma marca nas redes sociais e 20% gostariam de ver mais comunicação das marcas nessas redes.

      Os dados comprovam uma demanda evidente dos usuários em relação a um contato mais próximo com as marcas que são de sua preferência. Nesse ponto, há dois desafios: o de ampliar a comunicação nas redes sociais e o de conquistar adeptos de uma marca por meio delas. Em ambos, a importância da continuidade no relacionamento por meio das redes sociais é vital. Seguindo o fluxo de comunicação que deve ser implantado nas ações de email marketing, o mesmo deve ser usado para o contato com usuários de interesse de uma marca nas redes sociais.

      O email marketing, quando realizado com base nas boas práticas de comunicação, de acordo com princípios éticos de responsabilidade e adequação de conteúdo junto ao target almejado, ou seja, condizente ao seu perfil, traz resultados que elevam o ROI (Return on Investiment). Com as redes sociais o princípio é exatamente o mesmo, ou seja, quem aceita receber algum tipo de mensagem e adiciona a marca em sua rede é o próprio usuário. No email marketing, a receita segue os mesmos princípios e quem envia campanhas com base em opt in ou soft opt in já está um passo a frente e é provável que se enquadre nessa parcela de 30% de empresas preparadas para seguir ações relacionadas aos interesses de quem deseja realmente receber o que se envia.

      É preciso entender que as redes sociais não estão aqui de passagem, merecem atenção, pois devem permanecer por um longo tempo, até que venha uma nova era, mas que sem dúvida, continuará sendo ainda mais interativa. Cabe aqui ressaltar que as redes sociais farão parte de algo que começou e que deu certo apenas para alguns: aqueles que souberam mudar sua cultura organizacional, que se adequaram a uma nova geração, que trouxeram conteúdo relevante a quem quer recebê-lo e que, principalmente, fizeram uso de plataformas que ensinaram esse processo anteriormente e que puderam propiciar a integração de dois mundos – ações digitais e interatividade –, os quais, embora pareçam semelhantes, não são iguais em sua essência.

      Veruska Reina (CMO da VIRID Interatividade Digital, empresa líder especializada em gestão e envio de email marketing, proprietária das plataformas Virtual Target e Zartana)

  • "Empreendo, logo existo?"
    • Professor destaca plano que combina instinto empresarial com capacidade analítica de planejamento. Confira!

      Empreender é uma atividade de alto risco que envolve sonhos, carreira, empregos e riqueza. O sucesso (ou não) de uma empreitada pode ser justificado por diversos fatores (ou ausência deles), como um plano formal de negócios, um bom relacionamento entre os sócios, a visualização antecipada de cenários e dificuldades e pela pronta resposta na implantação de planos de ação. Afinal, vivemos em um mundo onde a velocidade de resposta é uma das responsáveis pela obtenção de diferenciais competitivos e pela sobrevivência dos negócios.

      Atualmente, vários mercados se apresentam como ascendentes e prósperos, atraindo inúmeros investidores. A concorrência é e será cada vez mais intensa, exigindo uma nova postura de cada um de nós para a obtenção de resultados. Para tanto, primeiramente é importante ressaltar que o empreendimento não deve ser conduzido por Pessoas Físicas, mas sim por profissionais da área, que possuem conhecimento da importância das pessoas no sucesso do negócio.

      Outras questões importantes são as particularidades de cada estágio do empreendimento, e a combinação entre o espírito empreendedor e o planejamento. São esses pontos, pertinentes para planejar seu futuro e conquistar resultados, que levanto a seguir.

       

      Como entender a minha fase atual de negócio?

      Assim como a idade das pessoas, as empresas também têm um ciclo de aprendizado ou de estágio de competição. Podemos resumi-los em três fases: produção, vendas e mercado.

       

      Ciclo de Produção

      No ciclo de produção, a empresa tem como característica a centralização operacional de todas as atividades em um dos sócios. Além disso, os processos de decisão são orientados para a entrega da promessa do serviço, a satisfação dos poucos clientes, a redução de custos e a valorização excessiva da qualidade dos serviços prestados.

      A vida pessoal fica totalmente comprometida, sendo comum misturar as gestões da casa, dos negócios e do relacionamento familiar. A sensação é de que quanto mais se trabalha, mais se está contribuindo para o crescimento dos negócios. Mas isso não é uma verdade absoluta!

      A mortalidade das empresas nesta fase é de 30% e o tempo estimado é de 12 meses de turbulência empresarial. Tal qual a infância de uma pessoa, a empresa precisa de atenção, carinho e alimentação financeira para assegurar a base do seu crescimento.

      Como metodologia, as seguintes ferramentas devem ser trabalhadas:

      - Planos de contas e de grupos de despesas (contador);

      - Plano de fluxo de caixa e de investimentos (banco);

      - Plano de comunicação e agenda de trabalho (equipe);

      - Dimensionamento dos serviços (grupos, custos e preços);

      - Tabelas de preços customizados (pacotes e ofertas especiais).

       

      Ciclo de Vendas

      Neste ciclo, os negócios sofrem uma mudança cultural significativa e o aprendizado obtido permite avaliar melhor o perfil dos colaboradores, as faixas de remuneração e a amplitude da extensão e profundidade dos serviços a serem oferecidos. As palavras de ordem são faturamento, gestão (de agendas) e perdas (pelo absenteísmo de horários). Geralmente são criados mecanismos de premiação das equipes pelo oferecimento de serviços complementares e/ou pela redução de tempo na atividade realizada.

      O clima é de competição interna e os concorrentes externos crescem em importância na decisão do que vender e de quanto cobrar. Observa-se uma tendência de investimentos na organização de bancos de dados e uma forte preocupação na gestão da retenção dos bons clientes e nos profissionais internos mais valorizados pelos clientes. Neste período, observa-se a mortalidade de 50% das empresas, estendendo-se o período até o terceiro ano de operação.

      Muitos são os limitadores desta etapa, destacando-se a falta de capital de giro, a intensificação dos problemas de relacionamento entre os sócios e divergências quanto aos critérios de retiradas e de novos investimentos.

      Um ponto de atenção é a concentração excessiva de investimentos em divulgação, comprometendo o fluxo de caixa e inviabilizando a lucratividade operacional, transferindo para folhetos e anúncios a responsabilidade pela conquista de clientes. Isso é, certamente, é um grande erro empresarial.

      Outro raciocínio importante nesta etapa é reorganizar os mapas de faturamento e dos custos operacionais. Lembre-se de que a empresa foi criada para gerar valor e lucro para o investidor.

      As seguintes ferramentas são utilizadas como metodologia desta fase:

      - Calendário de atividades promocionais;

      - Revisão do portfólio de serviços;

      - Geração de eventos para captação de clientes;

      - Criação de planos de incentivo com a redução dos custos fixos;

      - Reestruturação societária e/ou da equipe;

      - Revisão dos planos de investimento e definição de modelos de retirada.

       

      Ciclo de Mercado

      O terceiro e permanente estágio de competição denomina-se mercado. O jogo dos negócios ganha mais complexidade e o processo de gestão se torna mais sofisticado. A leitura diária do empreendedor consiste na avaliação fria e independente da margem de contribuição do negócio e o retorno sobre os investimentos realizados. As parcerias com fornecedores se tornam determinantes, bem como a implantação de programas de expansão geográfica e territorial.

      O crescimento segue a orientação de ganho de escala, de padronização de processos de trabalho e melhoria dos sistemas de compras, de gestão e administração dos custos operacionais. Nesta fase, compreende-se melhor o papel dos públicos influenciadores e multiplicadores de opinião, buscando-se as melhores práticas operacionais como orientação de trabalho. Torna-se comum neste período ampliar a visão e a missão do negócio, buscando atividades sinérgicas às realizadas.

      O crescimento da operação pode ser estabelecido na geração de franquias, na criação de uma rede própria e/ou na efetivação de alianças estratégicas. Observa-se ainda o acompanhamento de índices econômicos do setor e o estabelecimento de objetivos empresariais mais específicos, tais como metas para o triênio, tanto financeiras (faturamento e margem), quanto mercadológicas (imagem e participação de mercado) e estruturais (padrões de excelência e de satisfação dos públicos).

      Como ferramentas deste período, destacam-se:

      - Planejamento estratégico (três anos);

      - Metas compartilhadas por unidades de negócios;

      - Indicadores de desempenho e resultado;

      - Planos de carreira e de sucessão;

      - Programas de expansão e/ou de franquia;

      - Campanhas de comunicação para fidelização e captação;

      - Aquisição e investimentos estruturais.

      Como colocar em prática as teorias de planejamento? Uma forma de trabalho é estabelecer um plano que busque respostas para quatro vetores administrativos:

       

      1. Estratégia empresarial

      “Boas empresas atuarão de forma a prover necessidades. Excelentes empresas criarão mercados”. Kotler

      As perguntas clássicas feitas pelos marqueteiros são:

      - Qual a natureza do seu negócio (Missão)?

      - Quais os seus principais desafios (Visão)?

      “Onde estamos” e “para onde vamos” são questões que devem ser entendidas de forma clara, orientando investimentos e a correta leitura dos limitadores impostos pelo mercado. Os fatores sociais, demográficos e econômicos são avaliados em termos de cenários, procurando minimizar ou maximizar seus impactos em nossas atividades empresariais.

      Como ferramenta de trabalho, as tendências do mercado e do comportamento dos clientes devem ser entendidas como uma bússola estratégica, permitindo o posicionamento de produtos, serviços e a criação de sua identidade corporativa. Fatores como o crescimento econômico e endividamento das classes sociais, o impacto do número de indivíduos na fase da melhor idade, a valorização de uma melhor qualidade de vida e a independência financeira do público feminino certamente oferecem inúmeras oportunidades para a diferenciação.

      Devemos estar atentos ao foco no cliente de longo prazo, à automação de processos e à comunicação por resultados.

      Como modelo de atuação, procure:

      - Planejar o atendimento

      o Otimização dos processos;

      o Padronização de protocolos e decisão de custos.

      - Variabilidade

      o Perfis de clientes.

      - Reorganizar recursos

      o Processos de alta performance;

      o Boas práticas;

      o Especialistas com funções pertinentes ao seu nível profissional;

      o Indicadores de resultado, não de custos.

       

      2. Indicadores de gestão

      “Se a estrutura não acompanha a estratégia, o resultado será a ineficiência” Chandler.

      Um dos maiores desafios de um gestor de alta performance é estabelecer quais os principais indicadores a serem acompanhados no dia a dia do negócio. Temos uma tendência de avaliar os resultados somente pela visão de curto prazo, deixando de observar dados estratégicos que podem ajudar a nos preparar melhor para o futuro.

      Quais os seus principais indicadores para medir a atividade empresarial? Como metodologia, adota-se hoje o acompanhamento de relatórios de resultado e de tendência. Os primeiros apresentam o desempenho final de um período e refletem as atividades realizadas, os tipos de vendas, a rentabilidade e os custos operacionais.

      Já os relatórios de tendência comunicam como as coisas devem ser feitas no futuro e refletem melhor a estratégia da empresa ao longo dos próximos meses, bem como o tipo de gestão de carteiras de clientes e os índices de satisfação.

       

      3. Processos operacionais

      “O novo líder é aquele que compromete as pessoas com a ação, converte os seguidores em líderes e que pode converter os líderes em agentes de mudança.” Bennis.

      Gerenciar os processos operacionais exige entender e acompanhar os grupos de influência na área, mapeando as expectativas e estágios de relacionamento dos seguintes públicos: Iniciadores, Influenciadores, Decisores e Compradores e clientes usuários.

      Como metodologia atual, busca-se a criação de um ambiente de trabalho que fortaleça o conceito de qualidade de vida, valorização humana e paz interior. Todos os fatores podem contribuir para estabelecer a imagem do seu negócio, desde o nome da empresa, as cores e o mobiliário, até o perfil dos profissionais.

      No âmbito externo, a regra é a mesma. A situação do consumo dos serviços deve ser avaliada de forma integrada, criando experiências positivas e vivenciais com os clientes, estabelecendo um contexto sociocultural diferenciado.

      Os processos de trabalho devem ser desenhados segundo a Lei da Colaboração, utilizando ferramentas de conexão pessoal, eletrônica e de aprendizado.

       

      4. Criação de valor

      “Se você não direcionar seu pensamento para o cliente, você não está pensando.” Levitt.

      Para agregar valor à sua atividade empresarial, recomenda-se a definição de estratégias de diferenciação.

      Como primeiro passo, deve-se segmentar o perfil de clientes, agrupando-os por preferências, estilos e poder de compra dos seus produtos. O valor potencial de cada cliente deve ser projetado para o período de 12 meses, estabelecendo metas de desempenho comercial. Em seguida, procura-se definir um posicionamento único de mercado, destacando-se da concorrência com uma oferta própria e que não seja facilmente copiada em curto prazo.

      O período de sazonalidade deve ser entendido como oportunidade, tanto na concentração de clientes em datas comemorativas, como em horários de alto fluxo, tais como finais de semana. A precificação dos serviços deve ser estabelecida considerando o potencial de compra do perfil dos segmentos, bem como os custos de servir envolvidos na operação.

      O portfólio de produtos e serviços deve ser calibrado, respeitando-se a complexidade operacional e o tempo necessário para a sua realização. Finalmente, os planos de comunicação devem refletir a visão da empresa, o perfil de público desejado e ser compatível com o nível de esforço das verbas disponíveis. Geralmente ficam situados na faixa de 3 a 5% dos objetivos de faturamento da empresa.

      Por Edson Talarico (Professor de programas de MBA da FGV e USP, nos módulos de Estratégia e Relacionamento, palestrante e diretor de planejamento da Thiene 2080)

  • "Desafios da T.I. Verde"



    • Empresas ainda precisam superar desafios para obterem eficiência energética em seus datacenters. Conheça alguns deles.

       

      Durante um seminário no Centro de Energia do Pacífico, há algumas semanas, Mark Hydeman, da Taylor Engenharia apresentou os cinco desafios que as indústrias precisam superar para obterem eficiência energética em seus datacenters. Percebi que ele tem uma lista de pendências em execução e que se for solicitada a lista de todos os obstáculos, dificuldades e desafios para criar um datacenter eficiente em termos energéticos, ele teria uma lista muito boa no final do dia.

       

      Esse pensamento veio a mim quando participei do Simpósio de 2010 do Instituto Uptime, em Nova Iorque. Mas desta vez eu me perguntei, "quem mais tem uma lista de obstáculos?”
      Sem dúvida, Ken Brill tem uma. Albert Esser e Andrew Fanara também. Eles estão todos em cada cérebro respectivo - publicado em qualquer lugar e o resto de nós não pode, eventualmente, ver o que cada um considera importante e como nós, como uma indústria, podemos classificar os nossos desafios em uma maneira eficaz para superá-los.

       

      Se os 30 autonomeados líderes colocarem seus pensamentos em um único site, podemos ver as diferenças e similaridades de como esses desafios são percebidos e fazer uma lista abrangente sobre o que precisa mudar nos próximos três anos.

       

      Então aqui está a minha lista da necessidade da indústria:

       

      1. Precisamos de uma definição global de TI. Os europeus utilizam TIC como sua definição, que engloba muito mais do que os servidores e que muda a percepção da magnitude da oportunidade. Eu gostaria de ver as Américas e Ásia sincronizarem suas definições de TI com a dos europeus.

       

      2. Todos nós precisamos de um melhor acesso às previsões de vendas de servidores. Eu não vejo os programas de eficiência energética dos datacenters como uma baixa prioridade, mesmo que os gestores entendam a curva de crescimento para os servidores durante a próxima década. Precisamos abrir essa informação para os decisores políticos compreenderem que, mesmo com os servidores mais modernos, o uso das mídias sociais está conduzindo a utilização de uma enorme quantidade de energia.

       

      3. Precisamos de profissionais qualificados e experientes, para nos ajudar a reinventar as estruturas da empresa e recompensar a eficiência energética em TI com pacotes de bônus ao pessoal. Isso significa que RH, finanças e TI têm de redefinir o conjunto da solução. Até à data temos falado do problema sem envolver outros profissionais no processo - eu não fui a uma única conferência, onde são convidados palestrantes para enfrentar este desafio.

       

      4. Precisamos perceber que a disponibilidade de água é uma ameaça iminente em muitos dos locais onde os datacenters estão agrupados. Mas a escassez de água será um problema muito maior do que a construção de fontes de energia. Precisamos de um plano nacional para aliviar os pontos de tensão na paisagem dos datacenters.

       

      Ainda não temos um mecanismo de recolhimento de ideias e precisamos descobrir os pontos comuns nas perspectivas para que possamos articular melhor as soluções.

       

      Qual seria a sua lista de desafios?

       

      Deborah Grove (Consultora de TI verde da Grove Associates)

  • "Futebol Sob a Ótica da Administração"
    • Consultor analisa o interesse comercial por este tipo de evento sob o modelo das cinco forças de Michael Porter. Confira!

       

      Dizer que a Copa do Mundo é um dos maiores eventos mundiais, talvez não seja nenhuma novidade, a não ser que você esteja na Coréia do Norte. Em nosso país, jogo da seleção é dia de festa, celebração com amigos, folga no trabalho, ruas vazias, camisas amarelas e cerveja gelada. Entre a paixão brasileira e o desconhecimento coreano, existem cinco continentes nos quais centenas de países e milhões de pessoas acompanham de perto o desenrolar dos jogos.

      É patente o crescente interesse comercial e político na competição, dirigida e controlada pela FIFA (Federação Internacional de Futebol). Para analisá-lo sob o ponto de vista estratégico, utilizarei o modelo das cinco forças de Michael Porter, o qual avalia a atratividade de uma indústria com base no poder de barganha dos seus integrantes. Começarei pelos fornecedores, literalmente os donos da bola.
       
      Fornecedores - É de supor que nos idos dos anos trinta, quando o futebol era ainda um esporte amador, as próprias seleções eram responsáveis por seus uniformes. Hoje muita coisa mudou. As cifras para patrocinar uma equipe, ultrapassam com facilidade a casa das dezenas de milhões de dólares. Nesta briga de gigantes, tem destaque a americana Nike e a alemã Adidas. Inglaterra, Brasil, Portugal e Holanda são parceiros da primeira, enquanto Alemanha, Espanha, Argentina e a anfitriã África do Sul, vestem os uniformes das três listras. Vinte e duas seleções utilizando uma ou outra marca e trinta e duas com a controversa Jabulani, reverenciada no início de cada partida. Devido à concentração, é uma força que deve ser monitorada para que não aumente ainda mais sua influência e poder de barganha.
       
      Concorrentes - Ainda que trinta e duas seleções estejam na disputa do tão famigerado título, poucas na verdade tem condições reais de levá-lo para casa. A menos que uma grande zebra ocorra, a final deverá ser disputada entre uma das sete seleções que já levantaram o caneco. Brasil, Itália, Alemanha, Argentina, Uruguai, França e Inglaterra. Estas últimas já desclassificadas ou com sérias dificuldades de seguirem adiante. A despeito da hegemonia brasileira, a alternância é bastante grande. Esperamos vinte e quatro anos na fila, período semelhante ao grupo dirigido por Maradona. A possibilidade de uma ou mais seleções concentrarem os títulos é bastante baixa. Mercados monopolistas ou oligopolistas tendem a diminuir a competitividade num determinado setor.
       
      Clientes - Conforme levantamento da FIFA, a última edição da Copa na Alemanha foi transmitida para 214 países e territórios por um contingente de 376 canais. A audiência acumulada durante o evento ultrapassou a casa dos 26 bilhões de telespectadores, com 700 milhões durante a final entre Itália e França. Basta olhar ao redor em dia de jogo para verificar a heterogeneidade da audiência. Brancos, negros, pardos, amarelos, ricos, pobres, homens, mulheres, adultos e crianças. Fanáticos, apreciadores e simpatizantes, os quais muitas vezes não sabem a relação entre bandeirinha e impedimento. Poucos os negócios que podem contar com um público tão cativo e fiel. Cabe aos dirigentes mantê-la longe de interesses políticos, antiesportivos ou excessivamente comerciais, tais como realizá-la a cada dois anos.
       
      Novos entrantes - O interesse em participar da competição pode ser medido pela popularidade das eliminatórias. Nada menos que duzentas seleções disputaram o torneio de qualificação, envolvendo 5.622 jogadores e 275 técnicos das mais diversas nacionalidades. Quase meia centena de franceses, holandeses, brasileiros e alemães, repassando os conhecimentos de escolas consagradas. Dinamarca, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos são alguns exemplos de equipes em ascensão. Alguns riscos para a competição estariam no desbalanceamento das vagas por continente ou no inchaço do torneio, como já vimos em terras tupiniquins.
       
      Produtos substitutos - Apesar da paixão dos sul-africanos pelo rúgbi, franceses pelo ciclismo, indianos pelo críquete e ianques pelas ligas de basquete e beisebol - o futebol ou soccer  é o único produto com apelo global, capaz de competir com marcas locais fortes. Em uma sociedade cada vez mais sem fronteiras, não tardará o dia em que o mundo usará chuteiras. Sob este aspecto, a Copa do Mundo não terá produtos substitutos a médio ou longo prazo.
       
      A análise demonstrou um relativo equilíbrio entre as cinco forças, necessário e imprescindível para a manutenção do torneio que tanto nos seduz. Em diversas indústrias, o poder de decisão está nas mãos dos governos e governantes, os quais com suas leis e medidas podem auxiliar ou até mesmo atrapalhar seu desenvolvimento. No país da bola, este poder está com a FIFA e seus dirigentes. Desta maneira, sugiro que os brasileiros apaixonados por futebol acendam duas velas a partir de hoje. Uma para o hexa e outro para a lucidez de Joseph Blatter, presidente da entidade.

       

      Marcos Morita (Mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais

      Fonte: www.hsm.com.br (30/06/2010)

  • Espetáculo “A NOVIÇA MAIS REBELDE” – Funcionários LABORH têm 50% de desconto



    • FREIRA ABANDONADA EM TEATRO PROMETE MATAR A PLATÉIA DE RIR

      Uma freira, um passado nada católico, um show improvisado e uma platéia ávida por diversão. Essa combinação inusitada é exatamente a base da comédia A Noviça Mais Rebelde.

      No espetáculo, Wilson de Santos volta a interpretar a Irmã Maria José, que convence a Madre Superiora da Irmandade de Salut Marie a deixá-la fazer um show beneficente, seu único sonho não realizado desde que se tornou freira. A Madre aceita a proposta desde que o espetáculo conte com sua supervisão e uma “bênção” especial antes da apresentação. Com o atraso da Madre, Maria José se vê “obrigada” a tocar o show improvisando jogos interativos e números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado agitado antes de se converter à Igreja. De quebra, realiza o sonho de estrelar seu próprio musical, uma chance que havia sido negada com veemência pela Madre Superiora até então.

      Em pouco mais de uma hora, Irmã Maria José tem a oportunidade de mostrar a platéia o que uma freira faz quando está de folga, e elas não ficam rezando, rezando o tempo todo não...

       

      Clique aqui e veja o blog do espetáculo.

       

      Para ter garantido o desconto, basta o funcionário apresentar o crachá na bilheteria e retirar o seu convite. O valor integral do ingresso é de R$ 50,00 (R$ 25,00 para quem apresentar o crachá).

       

      Teatro Raul Cortez

      Av. Dr. Plínio Barreto, 285, São Paulo – SP

      Sábados às 19:00h / Domingos às 17:00h

  • "Ciclo de Vida do Cliente para Empresas de Serviços"
    • Fonte: Anderson Hernandes

      Muitas coisas nas nossas vidas têm começo, meio e fim. Infelizmente isso se aplica também à nossa própria existência como indivíduos. Quando alguém morre, podemos dizer nada mais pode ser feito. No entanto, esse conceito foi sabiamente aplicado em marketing se fala de clientes. Os clientes não nascem facilmente e demandam esforço para iniciar seu ciclo de vida, mas também não são eternos e esse ciclo pode ser rompido. Porém, diferentemente das pessoas, o cliente pode ser ressuscitado.
      O conceito de ciclo de vida do cliente nos ajuda a entender como é possível aumentar a lucratividade da empresa e a sua participação de mercado. Muitas empresas investem alto na prospecção de novos clientes e desapercebem que esses clientes estão entrando por uma porta e saindo por outra. Perder um cliente não deve ser aceito com base no raciocínio de que enquanto há mais clientes entrando do que saindo há sucesso, porque isso, na realidade, demonstra que existe algo de errado com a organização. É quando perdemos um cliente ou nos desfazemos dele, que seu ciclo de vida se interrompe.
      É importante mencionar que os motivos que levam nossos clientes a deixarem nossa empresa nem sempre estão diretamente ligados aos problemas com a qualidade do atendimento. Muitas vezes, o problema está na percepção do cliente em relação aos nossos serviços, aos preços praticados incompatíveis com sua capacidade financeira ou até mesmo porque o cliente não faz parte do público alvo da sua empresa.
      Diante disso, o desafio da empresa de serviços é gerar valor para o cliente de forma a criar um relacionamento que possa fazer perdurar seu ciclo de vida na organização. Se, em algum momento, alguma das partes perder o interesse em manter o relacionamento, esse possivelmente será rompido. Portanto, para mantermos o relacionamento com nossos clientes é fundamental que invistamos nele, proporcionando experiências agradáveis que gerarão satisfação.
      O relacionamento estreito com o cliente está diretamente relacionado com a boa comunicação. Isso atua diretamente em sua mente. Por exemplo, é comum que empresas de serviços atrasem a execução de algumas etapas do serviço. Tais atrasos são motivados por fatores que o profissional não pode controlar. A ausência de feedback muitas vezes é considerada pelo profissional como algo comum, até porque ele está acostumado com tais atrasos. Mas o cliente ainda está muito sensível a isso e, não raro, sente-se inseguro quanto aos serviços prestados e passa até mesmo a questionar a confiabilidade do profissional. Tudo isso poderia ser evitado se o profissional proativamente mantivesse o cliente bem informado sobre tudo que se passa em relação ao andamento do serviço.
      Quase tudo o que envolve o ciclo de vida do cliente está relacionado com detalhes, por isso as empresas de serviços devem sempre investir em aprimoramento. No entanto, preciso concordar que não é nada fácil para essas empresas se manterem atentas a eles, pois falta, na maioria dos casos, uma postura voltada para o marketing. Sobre isso, muito se fala a respeito, mas, na realidade, pouco se sabe.

  • "Objetividade em Marketing"
    • Fonte: Nildo Leite

      Todos nós sabemos que hoje, para qualquer organização, o lucro está na satisfação do consumidor. Os que ainda pensam e/ou acreditam que o ferramental e as técnicas de marketing podem ser utilizados para “empurrar produtos e serviços ao mercado” estão com seus dias contados.

      A boa pratica do marketing recomenda que seu planejamento deve contemplar e promover a melhoria contínua dos processos, atentando para a função social de atendimento aos desejos, de bem-estar e de necessidade das pessoas, traduzindo-se entre outros, num organismo de promoção da satisfação e da qualidade de vida, fazendo com que a oferta seja bem estruturada para ser oferecida em nível de indivíduo e de sociedade.

      É necessário que se entenda que o marketing justaposto nas organizações não apenas será um estimulador ou direcionador de demanda. Estimular e direcionar a demanda pode até ser fácil e muitos até poderão conseguir. Mas, por quanto tempo?

      Empresários, executivos e gestores conscientes, sabem que para suas organizações já não é tão fácil atender necessidades com o padrão de eficiência exigido pelo mercado, que a concorrência está se tornando cada vez mais aferrada, que a tecnologia impacta substancialmente no encarecimento de muitos serviços (a área de saúde é um exemplo), que é preciso informar ao consumidor onde se está, quais são e como são seus produtos e/ou serviços, com que níveis de qualidade etc. Estes profissionais entendem que se não agirem de forma criativa, preventiva, corretiva, adaptativa e competitiva, a conseqüência virá através de sérias dificuldades financeiras que poderão levar as organizações que dirigem à extinção.

      É sabido também que no planejamento, para servir-se de estratégias e de ações pertinentes de marketing, as organizações que buscam respostas comportamentais de curto, médio e longo prazo de um determinado mercado, devem analisar e considerar a interpretação das pessoas, pois é a partir daí que todo o processo de concepção de imagem a respeito de seus serviços é constituído e definido, ter informações profundas e verdadeiras de si própria, do seu macro e do restante do seu micro-ambiente. Para qualquer organização, o processo de planejamento de marketing deve desempenhar o apropriado papel de integrador, tanto internamente ao compendiar os recursos tecnológicos e as necessidades do mercado, quanto externamente trazendo o consumidor para dentro da organização como participante do processo de alargamento e ajustamento de serviços. Isso é básico em marketing: a participação do consumidor no partilhar de conhecimentos.

      Infelizmente, por não atentarem, por não saberem ou por não entenderem como as pessoas percebem as idéias, os produtos e os serviços, é que milhões de reais são gastos todos os dias por várias organizações (e de todos os portes e segmentos) com custos e despesas desnecessárias, com incursões despropositadas, com ações promocionais sem fundamento e/ou mal implementadas, em publicidade e propaganda mal feitas (tanto na forma quanto na utilização), em treinamentos, congressos, palestras etc, que deveriam ter cunho técnico, mas que terminam enveredando para o “oba oba” sem que se acrescente absolutamente nada, com pseudoprofissionais que convencem pela eloqüência das suas palavras e/ou frases decoradas e de efeito etc, etc, etc.

      Parafraseando o que disse um autor desconhecido, muitas dessas organizações nem sabem o que estão fazendo, outras nem sabem o que fazem ou por que fazem, e ainda outras que fazem porque outras fazem.

  • "Como vender sua Competência"
    • Fonte: Dulce Magalhães

      Um dos temas de maior ansiedade em termos de carreira é aquele item, meio abstrato, conhecido por empregabilidade.

      Essa é uma questão inquietante porque nunca temos a absoluta certeza de que estamos fazendo o que realmente o mercado deseja. Afinal, quais são as demandas da empregabilidade?O que se entende como excelência profissional? Qual o perfil de um profissional de sucesso?

      Além dessas dúvidas que, freqüentemente, atazanam nossa tranqüilidade, as respostas encontradas representam um desafio que parece superior às nossas forças. É uma mistura de superpoderes com charme e cultura. Enxergar essas verdades só aumenta a nossa ansiedade, pois nos sentimos incapazes de atender a tão elevadas exigências. Como liderar pessoas pela persuasão e, por outro lado, viver a pressão por resultados de curto prazo, ou dominar o planejamento, mas não exigir condições para sua realização; dando "um jeito" de fazer acontecer apesar das dificuldades. Enfim, é um mar de ambigüidades e contradições.

      Na verdade, temos que compreender os desafios como alavancas de nosso progresso. Sem eles, não nos moveríamos tão rápido, nem para tão longe. Não existe um modelo perfeito em termos de mercado, até pela própria dinâmica que amplia a demanda conforme vamos avançando ou modifica os rumos de acordo com novas oportunidades. O fundamental é medir o pulso do mercado e fazer uma leitura do ritmo com que ele atua, ajustando-nos para não perder a batida.

      Isso significa nos colocarmos à prova, avaliando a condição de nos mantermos no mercado e definindo um novo patamar de desempenho a cada período. É fugir da tal da obsolescência programada. É desistir do sucesso passado para se manter em sucesso permanente.

      Uma das formas de verificarmos como está nossa empregabilidade é elaborarmos nosso currículo semestralmente e perceber o quanto modificamos no período (confira dicas para a elaboração de currículo). Se não houver nada de especial a relatar, estamos vivendo a obsolescência, porém sem a virtude de auto-superação. Perdemos valor de mercado, mantendo somente o que já fazíamos.

      Uma experiência interessante é relatada por um executivo de uma multinacional inglesa que resolveu, usando um codinome, enviar seu currículo ao departamento pessoal da sua empresa. Para seu espanto, recebeu uma resposta dizendo que, apesar de determinadas qualificações, seu perfil não estava de acordo com o da organização. Ao invés de se apavorar ou tentar brigar por reconhecimento, o executivo procurou investigar que áreas de seu perfil não estavam afinadas com a empresa, e descobriu que de fato havia muita coisa que ele poderia aprender e atuar de modo diverso.

      O mais interessante é que muito do que descobriu ele já sabia, ou até mesmo havia sido quem determinou aquela característica como importante na instituição. Entretanto, seguro no cargo, não tinha parado para pensar como fazer para se tornar o profissional cobiçado pela empresa.

      Esse é um dos erros mais freqüentes cometidos por profissionais bem posicionados no mercado. Eles acreditam que, como o período de flerte e namoro já encerrou, seu casamento com a empresa será para a vida toda, ou que, no caso de um divórcio, eles continuarão sendo atraentes para outras empresas. O que se vê na prática é que o poder de atração e a competência têm que continuar sendo vendidos mês a mês, dia a dia. É assim que podemos construir casamentos profissionais duradouros. Outra questão para se refletir é se o relacionamento entre profissional e empresa é realmente bom para as duas partes. Às vezes, é mais lucrativo para todo o mundo a separação.

  • Terceirização das áreas do Rh
    • Fonte: CanalRh

      Por mais que as empresas provedoras de soluções de outsourcing de Rh se esforcem para convencer seus clientes de que a redução de custos não é o único ganho que se tem ao entregar um processo nas mãos de um parceiro, a relevância desse fator permanece em alta. De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Provedores de Outsoursing (ABPO), mais de 70% das empresas que terceirizam processos de recursos humanos o fazem com o intuito de reduzir custos. Apenas 35,4% terceirizam seus processos para poder dedicar mais tempo ao que consideram estratégico.

       

      O estudo também levantou quais os serviços que as empresas mais costumam terceirizar. Mais da metade dos entrevistados (51,2%) disse que terceirizaram o serviço de recrutamento e seleção de pessoal, enquanto 44,2% contrataram provedores para cuidar do processamento da folha de pagamento – atividade trabalhosa por causa da complexidade da legislação brasileira, repleta de detalhes que dificultam a contabilidade dos salários, benefícios e impostos relacionados com cada funcionário.

       

      Serviços de admissão e demissão de funcionários ficaram em terceiro e quarto lugares na lista dos serviços mais terceirizados, registrando 27,9% e 23,8%, respectivamente.

      O estudo ouviu 162 empresas de diversos ramos de atividade e com faturamento anual líquido acima dos R$ 150 milhões.

       

      Cultural

       

      Vencer barreiras culturais é o principal desafio que as empresas fornecedoras de soluções de outsourcing para RH terão que vencer se quiserem expandir sua atuação no Brasil, segundo a pesquisa da ABPO. De acordo com o estudo, a maioria das empresas pesquisadas (69,8%) ainda não terceirizou seus processos de RH, e não pretendem fazê-lo nos próximos dois ou três anos.

       

      Para 70% dos executivos entrevistados, o principal motivo para manter seus processos dentro de casa é a cultura da empresa. Em geral, as empresas cultivam a idéia de que, ao terceirizar, deixarão informações sensíveis aos cuidados de provedores de serviços que tenham, eventualmente, em sua carteira empresas concorrentes.

       

      A segunda razão para não terceirizar os processos de RH é curiosa, pois questiona um dos mais fortes argumentos das fornecedoras dessas soluções: a questão do custo. Para 14% dos entrevistados, contratar um provedor especializado de serviços custa mais caro que manter a gestão dos processos de Rh dentro da empresa.

       

      A dificuldade de se encontrar parceiros (10,4%) e o fato de consideraram os processos estratégicos (8,6%), figuram na terceira e quarta posição no ranking dos motivos para não terceirizar.

       

      Apesar dos resultados do estudo, as empresas do ramo não deixam de apostar no crescimento das terceirizações de RH no Brasil. Para eles, o outsourcing de RH ainda está em fase inicial no País, e deve aumentar seu ritmo à medida que o mercado exerce pressão para que as empresas atinjam metas e resultados palpáveis, mesmo contando com equipes cada vez mais enxutas. Sendo assim, o tempo gasto com atividades operacionais passará a ser um ativo valioso.

       

      Segundo estimativas da ABPO, existem 33 milhões de empregados com carteira assinada. Deste total, só um milhão de contracheques são processados por provedores brasileiros e multinacionais, enquanto os escritórios de contabilidade, que trabalham com as pequenas empresas, atendem a um número cinco vezes superior. Resta, portanto, um contingente de aproximadamente 25 milhões de funcionários a ser absorvido.

  • A importância da Comunicação nas Empresas
    • Fonte: Boris R. Drizin - Diretor da TIMING Consultoria de

      Quanto tempo você, como profissional ou executivo de empresa, despende interagindo e se comunicando com seus públicos internos e externos e quanto tempo você despende trabalhando sozinho?

      Talvez você nunca tenha feito essa pergunta a si próprio; no entanto ela é fundamental para que você possa entender melhor a dinâmica e as implicações do seu trabalho, e quais os requisitos para o seu sucesso.

      Estudos indicam que 80% do tempo do profissional ou executivo na empresa são despendidos em trabalhos interativos, isto é, com pessoas ou interagindo com pessoas: conversando, atuando junto, trocando informações e idéias, negociando, etc... E 20% do tempo do profissional é despendido em trabalho solo, isto é, o profissional trabalha sozinho, seja produzindo algo, preparando relatórios, pesquisando, planejando, organizando-se, etc...

      Os 80% do tempo desprendidos em trabalhos interativos estão distribuídos da seguinte maneira: 40% em reuniões a dois, 10% em reuniões em grupo mais de dois, 15% em telefonemas (dados e recebidos); 15% em emails e correspondência (enviados e lidos).

      Trabalho interativo somente poderá ser eficaz se os profissionais  nele envolvidos possírem a necessária competência e habilidade de comunicação. Sem uma boa comunicação não é possível haver uma boa interação.

      Comunicação é o ato ou efeito de tornar algo comum; é compreender o outro e ser por ele compreendido; é a capacidade de trocar ou discutir idéias, de dialogar, de conversar, com vista ao bom entendimento entre pessoas; é o ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens.

      Um executivo ou profissional que não se comunica bem terá dificuldades em desempenhar a contento suas funções, papéis e atividades profissionais

      As habilidades de comunicação constituem uma das mais importantes competências que um executivo ou profissional na empresa deve possuir. Transmitir informações, obter informações, pedir providências, interagir com pares, chefes, subordinados, clientes, trabalhar em equipe e  motivar pessoas são incumbências que exigem habilidades básicas em comunicação.

  • "Comunicação, o verdadeiro valor de um gesto, de uma atitude "
    • Fonte: Marco Antonio Peruzzato

      Para reflexão! Como podemos mensurar o real valor de um gesto, de uma atitude, de uma palavra, de uma escrita? Como podemos captar, desprovidos de interesses próprios, o verdadeiro sentimento das expressões que emanam de quem se comunica conosco? Esta é uma incógnita que permeia nossa busca para uma real interpretação das mais variadas formas de interlocução nas relações humanas. Muitas vezes falhamos em nossa comunicação, uma competência que deveria simbolizar o caminho mais estreito, mais prático, mais verdadeiro, e que, por vezes, demonstra ser o mais complexo e incompleto entre as pessoas.


      Em certo momento de minha existência, deparei-me com aquela que entendo ser sua melhor definição: "A comunicação ideal não é a forma que melhor nos
      expressamos, e sim a forma que possibilitamos ao nosso interlocutor melhor nos compreender". C.C. Jung - psicoterapeuta alemão - preconizava: "Empatia
      é um estado de identificação profundo de personalidades. É a habilidade de se usar a linguagem da outra pessoa".  Será que nossa comunicação não deveria objetivar esta harmonia? Ou seja, preocupando-se sempre em buscar o verdadeiro entendimento pela outra parte? Porém, há algo que é indubitável.


      Nada é mais verdadeiro que um gesto sincero, uma atitude transparente, que
      um olhar firme, nos olhos. Talvez esta forma possa levar-nos a uma inquestionável comunicação, mostrando nosso verdadeiro Eu. Não somos perfeitos, não devemos transparecer isto. Porém, podemos permanentemente
      aperfeiçoar nossos hábitos e atitudes, na direção daquilo que entendemos ser crucial para nossa felicidade, a verdadeira sincronia entre a emoção e a razão. De que outra maneira podemos fazer com que as pessoas interpretem autêntica e prazerosamente nossas razões e emoções? Ser autêntico não significa ser perfeito, quanto menos um modelo. E sim, verdadeiro, com suas limitações e fragilidades. Por isto, o olhar nos olhos, o procurar expressar a sua realidade, observando as reações de seu interlocutor, respeitando seus sentimentos, pode ser um magnífico caminho para a melhor comunicação.

  • Comportamento é um diferencial para a conquista de uma vaga
    • Fonte: Por InvestNews

      Comportamentos são tão ou mais valorizados que os conhecimentos técnicos. Habilidades como liderença, trabalho em equipe e boa comunicação são cada vez mais valorizados por empresas

      Empresas buscam perfis de liderança, trabalho em equipe, comunicação e bom relacionamento. Competência e conhecimento técnico ainda são fundamentais, é claro. Mas, cada vez mais, as empresas valorizam os profissionais dotados de habilidades comportamentais como liderança, capacidade de trabalhar em equipe, comunicação e relacionamento interpessoal, iniciativa e proatividade e, ainda, foco em resultados.

      Tais características estão entre as mais citadas na pesquisa realizada pela DM Recursos Humanos, junto a 76 executivos, de 33 companhias de grande porte, 90% delas com sede em São Paulo. As áreas consultadas incluem energia, alimentos e bebidas, química e petroquímica, siderurgia, mineração, farmacêutica, telecomunicações, agronegó-cio, saúde, engenharia, papel e celulose, automotiva, tecnologia e financeira.

      O levantamento teve como objetivo saber o que as empresas esperam dos executivos, dos analistas e dos seus profissionais com alto grau de especialização. A gerente da divisão executivos da DM Recursos Humanos, Sonia González, diz que a idéia da pesquisa surgiu a partir da constatação de que, nos últimos anos, as companhias têm procurado executivos com capacidades que extrapolam a capacitação técnica.


      "Os comportamentos hoje são tão ou mais valorizados que os conhecimentos técnicos, principalmente no que se refere aos relacionamentos interpessoais - como saber trabalhar com outras pessoas, se expressar e tirar o melhor dos outros." Mas isso, segundo ela, não significa dizer que o domínio técnico tenha sido abandonado. Neste sentido, um dos fenômenos mais relevantes detectados é que praticamente todas as áreas exigem conhecimentos financeiros, inclusive aquelas que aparentemente não têm relação direta com a área financeira das organizações.

      "Em marketing, por exemplo, é preciso lidar bem com custos, dominando analises financeiras", comenta Sonia. Para a executiva, os resultados provam que os serviços estão mais valorizados. "As empresas perceberam que vão se diferenciar pelas pessoas. O produto em si é uma exigência tão básica, que não é mais diferencial."

      Além disso, a presença de profissionais com aptidões como visão sistêmica, proatividade, foco em resultados e visão do negócio em vários níveis hierárquicos melhora as tomadas de decisão. "As empresas perceberam que as decisões tomadas por várias pessoas são mais acertadas que as tomadas por apenas uma pessoa, como era antes", explica Sonia.


      Conforme o estudo, muitas habilidades valorizadas pela empresa não são detectadas nos processos seletivos. Entre elas, as principais são conhecimento técnico, proatividade, relacionamento, liderança e domínio de idiomas. Com isso, os profissionais que, nas entrevistas de emprego conseguem demonstrar algumas destas aptidões acabam se diferenciando dos concorrentes.


      A pesquisa também apontou os cursos de graduação mais valorizados. Os mais votados foram Administração de Empresas (29,8%), Engenharia de Minas, Mecânica, Civil, Elétrica, Metalúrgica e Eletro-Eletrônica (juntas, somam 26,3%), Economia (7%), Ciências Contábeis (5,3%), Medicina, Marketing, Ciências da Computação e Análise de Sistemas (3,5% cada).

      Entre os cursos de pós-graduação e MBA, os mais valorizados são Marketing (20%), Gestão Empresarial e Gestão de Projetos (ambos com 11,4%), Finanças e Administração (ambos com 8,6%) e Logística (5,7%). "Marketing é uma área muito forte em qualquer empresa. Já Gestão Empresarial e de Projetos são áreas bem genéricas. Qualquer profissional pode se interessar por esses cursos, que ajudam a ter uma visão mais ampla, tornam o executivo mais generalista e capaz de visualizar a companhia como um todo. Isso tem tudo a ver com a visão atual das empresas", finaliza Sonia. (Gazeta Mercantil)

  • SUAPE - Novos Empreendimentos Impulsionam Qualificação Profissional
    • Fonte: Complexo Portuário de Suape

      NOVOS EMPREENDIMENTOS IMPULSIONAM QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL EM SUAPE
      A estimativa de que serão gerados mais de 90 mil empregos diretos e indiretos com a implantação de novos empreendimentos em Suape levou a Comissão de Ciências, Tecnologia e Informática da Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a visitar o complexo, na ultima semana. O objetivo foi conhecer os investimentos que serão feitos nos próximos anos e definir uma política de qualificação profissional que possa atender a demanda futura da mão-de-obra que será empregada no local. Os professores de educação profissional dos centros técnicos federais também acompanharam a comissão.

      Diante dessas informações, segundo a gestora do núcleo de centros tecnológicos do ITEP, Márcia Lira, serão criados cursos técnicos que atendam, exatamente, essa necessidade. “Por enquanto, estamos formando uma turma de profissionais educadores especialistas na implantação e formatação dos novos cursos”, antecipou. A qualificação fornecida atenderá não apenas aos futuros profissionais que atuarão em Suape, mas também os que irão trabalhar no interior do Estado.

      A preocupação com a qualificação profissional não é à toa. Apenas no Complexo Industrial e Portuário de Suape, a estimativa é que sejam gerados mais de 90 mil empregos diretos e indiretos com o funcionamento dos novos empreendimentos. O Estaleiro Atlântico Sul, por exemplo, será responsável pela abertura de 5 mil novos postos diretos de trabalho e 25 mil indiretos. A Refinaria Abreu Lima aportará 15 mil trabalhadores na fase de construção e cerca de 1,5 mil na operação. Já na Petroquímica Suape (fábrica de PTA), a projeção é de 500 empregos diretos e 16,2 mil indiretos, enquanto que na Citepe (fábrica de Poy), 800 diretos e 26 mil indiretos.

      Lira acredita que é importante entender a proposta de trabalho de Suape para poder desenvolver cursos de educação profissional e, conseqüentemente, contribuir de forma mais eficaz para o desenvolvimento econômico de Pernambuco. O curso dos gestores é uma parceria do Instituto Tecnológico de Pernambuco (ITEP) com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Estado (SECTMA). Os recursos são do Programa de Expansão da Educação Profissional do MEC, o Proep.

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